O grupo hacker que estava explorando 11 vulnerabilidades zero-day para comprometer dispositivos iOS, Android e Windows era na verdade de uma nação ocidental em uma operação de contra-terrorismo. A decisão unilateral do Google de parar e divulgar o ataque causou uma divisão interna na empresa e teria gerados discussões dentro das comunidades de inteligência dos EUA e aliados. Internamente, a justificativa do Google para bloquear os ataques foi a de que a identidade e os motivos de quem os realiza não seriam tão importantes quanto corrigir as próprias falhas de segurança. As informações são da página do MIT Technology Review.

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