A Cellebrite automatiza a extração e indexação de dados de dispositivos Android e iOS e é comumente utilizada por autoridades policiais. Moxie Marlinspike, CEO do Signal, obteve acesso e descobriu que é facilmente possível hackear uma máquina da Cellebrite, modificando qualquer informação de dispositivos coletada pelo sistema, inserindo ou removendo textos, emails, fotos, contatos, arquivos ou quaisquer outros dados não somente do celular que está sendo analisado, mas adulterando extrações anteriores. De forma sarcástica, Marlinspike afirmou que as próximas versões do Signal conterão certos arquivos que não terão nenhuma função dentro do aplicativo, mas dá a entender que esses arquivos poderão sabotar ou invalidar as informações obtidas pelas máquinas da Cellebrite. As informações são do blog do Signal.